sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Pilates ajuda pessoas com esclerose múltipla avançada


FILIPE OLIVEIRA

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Pilates pode ajudar na reabilitação de esclerose múltipla mesmo em pacientes que estão com sintomas avançados da doença, mostra uma pesquisa realizada na Universidade Queen Margaret, na Escócia.
O método pilates, já utilizado no Brasil em alguns casos de esclerose, foi testado na universidade escocesa para a reabilitação de pessoas que estão em cadeira de rodas devido à doença. A esclerose multipla afeta, entre outras coisas, a força muscular e o equilíbrio, fazendo com que o doente perca mobilidade.
No estudo, a postura e a intensidade das dores e da fadiga (sintomas da doença) foram medidas em 15 cadeirantes antes e depois de começarem seu tratamento com pilates. Outras oito pessoas com sintomas parecidos também foram acompanhadas durante o período, porém sem participar das aulas.
Ao final de 12 semanas, foi possível observar uma melhora nas dores no ombro e no pescoço das pessoas que tiveram aulas de pilates.
Os resultados foram publicados na revista "Research Matters", editada pela Sociedade de Esclerose Múltipla de Londres. Os pesquisadores lembram que ainda são necessários estudos com maior número de participantes para validar os resultados.
NO BRASIL
Entre os benefícios da prática, a fisioterapeuta Andrea Lotufo, do centro de reabilitação do Hospital Albert Einstein cita a melhora da força, da postura e do equilíbrio.
Porém ela lembra que, se a pessoa faz exercícios inadequados para sua condição, ela pode sentir uma grande fadiga, própria da doença e mais forte do que um cansaço normal de quem vai a academia.
A instrutora de pilates Régia Guimarães, 47, atende alunos com esclerose múltipla há cinco anos. Ela diz que o pilates, por ser originalmente um trabalho individual, permite que o instrutor conheça a pessoa e consiga perceber quais os exercícios mais adequados para suas necessidades.
Ela também destaca o uso dos aparelhos como uma forma de fazer com que seus alunos se sintam mais acolhidos: "Uma pessoa que não consegue ficar de pé, por exemplo, pode fazer exercícios na cama que simulem o caminhar em um ambiente seguro".
Uma de suas alunas, Wilma Vieira, 52, descobriu que tinha esclerose múltipla há sete anos. Tudo começou com um formigamento no rosto e nos pés que parecia não ter grande importância. Teve dificuldade para acreditar que sofria da doença quando a médica deu o diagnóstico: "Esclerosada, eu? Mas como, se minha memória é boa?".
A razão do estranhamento foi em parte pelo nome da doença, que leva muitas pessoas a relacionar esclerose múltipla e velhice. Entrou em depressão quando soube que a doença não tinha cura e sua possível piora não podia ser totalmente descartada.
Wilma passou a tomar medicamentos intravenosos três vezes por semana. Ela conta que esses medicamentos têm efeitos colaterais, entre eles deixar a musculatura rígida e provocar dor nas articulações. Mas são fundamentais para controlar os surtos e a piora de sua saúde.
Antes de praticar pilates, ela tentou outras atividades físicas, como fisioterapia e ioga, sem o mesmo resultado positivo.
Encontrar uma professora que já havia trabalhado com pessoas com esclerose múltipla foi o que a motivou a começar. Praticante há dois anos, diz que o maior benefício é a diminuição das dores nas articulações que os alongamentos proporcionam.
O que ela mais gosta é de estar deitada e ser alongada por elásticos. Dessa forma, consegue sentir sua flexibilidade aumentando.
A ESCLEROSE MÚLTIPLA
A esclerose múltipla é uma doença crônica autoimune do sistema nervoso. Acontece quando o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina, capa que cobre os neurônios, comprometendo a transmissão de impulsos elétricos.
As principais dificuldades ocasionadas pela doença são a perda parcial da visão, da sensibilidade, da força e do equilíbrio. A doença se manifesta a partir de crises, chamadas surtos, em que os sintomas da doença ficam mais agudos e deixam sequelas.
É importante que a pessoa que tem esclerose múltipla realize exercícios físicos. Como cada pessoa desenvolve esses sintomas de maneira única, em velocidades e ocorrência de surtos diferentes, é preciso consultar um especialista, como um fisiatra, para indicar qual a prática mais adequada para cada um.
O neurologista Charles Pulbery, membro da Academia Brasileira de Neurologia, diz que a técnica não atua na doença propriamente dita. "Ela é muito útil, mas como um tratamento reabilitador e conservador. Não trará cura para a doença."

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O medicamento fampridine, ainda em fase de teste, melhorou o movimento dos pacientes com esclerose múltipla...

... e parece ter boa tolerância, revela nesta sexta-feira a revista médica The Lancet.
A pesquisa, liderada por Andrew Goodman, da Universidade de Rochester (Nova York), realizou testes clínicos da fase III (última etapa antes do pedido de aprovação para o mercado) em cerca de 300 pacientes com esclerose múltipla, com entre 18 e 70 anos.
Parte do grupo tomou durante 14 semanas a droga fampridine (10 mg duas vezes ao dia) e a outra parte recebeu um placebo.
No grupo tratado com fampridine, 35% dos pacientes passaram a caminhar melhor, contra apenas 8% no grupo que tomou placebo.
A esclerose múltipla, doença neurológica que provoca perda dos movimentos, degrada a bainha de mielina que protege as fibras nervosas, reduzindo a velocidade de condução dos sinais.
Esta doença crônica, que afeta com maior frequência o jovem adulto, atinge cerca de 80 mil pessoas na França e 350 mil na Europa.
O fampridine não age no processo de desmielinação, mas contribui para melhorar o fluxo de sinais nervosos.
O laboratório Acorda Therapeutics, que desenvolve a nova droga, apresentou este mês um pedido de autorização de acesso ao mercado à agência americana de medicamentos (FDA).
Fonte: UPEM-Sor
www.upemsor.blogspot.com

Sensores no cérebro ajudam a tratar depressão, esclerose, Parkinson e dependência de dr

Avanços tecnológicos, cirurgias inovadoras e procedimentos revolucionários realizados no Brasil chamam a atenção de médicos de todo o mundo.

Na primeira reportagem da série desta semana, você vai ver que sensores implantados no cérebro ajudam a tratar depressão, esclerose múltipla, mal de Parkinson e até dependência de drogas.

No Hospital Sirio Libanês, em São Paulo, um equipamento de última geração vai tornar as cirurgias cerebrais mais precisas. Ele é capaz de mapear a atividade nos neurônios.

Ele permite que dentro de uma estrutura de um milímetro de diâmetro ou um pouco mais que isso 32 cabos sejam colocados ao mesmo tempo no cérebro, o que minimiza o traumatismo mecânico e permite o registro simultâneo de pontos isolados do cérebro. Isso é um grande avanço tecnológico.

Todo o sistema fica sob a pele e as cirurgias são feitas com anestesia local. É o paciente quem ajuda os médicos a identificar os pontos exatos para instalação dos eletrodos.

A intensidade dos estímulos elétricos é regulada por este aparelho que funciona como um controle remoto. A neuroestimulação é realizada, em São Paulo, por hospitais como o das Clínicas, Nove de Julho, Hospital do Coração e Sírio Libanês. O objetivo agora é usar a técnica em casos de dor crônica.

assista o vídeo

fonte:
http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000405200

Filmagens Parapsicologia
links.:
http://www.youtube.com/watch?v=eKN-kvmIvo8&list=UUPp-gsZS--DGYu0IDCZzs8A&index=1&feature=plcp
http://www.youtube.com/watch?v=gSw1c2Moef4&list=UUPp-gsZS--DGYu0IDCZzs8A&index=2&feature=plcp
http://www.youtube.com/watch?v=n0gZCIgjOqU&list=UUPp-gsZS--DGYu0IDCZzs8A&index=3&feature=plcp
Palestrante: Alessandra

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ciclo de Palestras - Convite

Ciclo de Palestras

3ª Palestra: Parapsicologia – Paranormalidade como potencial do Ser Humano.  Classificação dos Fenômenos Paranormais:  do misterioso assustador aos benefícios a serem conquistados na
utilização do potencial paranormal.

Palestrante:  Alessandra de Souza Almeida
Data:  13/10/2011  - 14:00 as 16:00h

Provisol
 Rua Mizael Mendonça, N. 145, Aterrado
Em frente ao Conselho Tutelar e Garra Vestibulares